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Avaliação de vídeos

Formulário de avaliação dos vídeos apresentados na aula do dia 09 de novembro de 2015 nas turmas dos 7o anos A, B, C e D.

Clique na imagem abaixo para abrir o formulário e responder.

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Os Barbixa em “Tô Saindo”

Os Barbixa em “O coiso”

Tautologismo, pelonasmo…

Trecho do Espetáculo: Nós Na Fita – Os Palavrões – Leandro Hassum e Marcius Melhem

Curta metragem: Bridge

Desenho animado assistido e discutido  em sala de aula. Atividade: relato escrito para ser entregue em agosto 2015.

Uma história sobre quatro animais tentando atravessar uma ponte estreita. Eles acabam se tornando obstáculo um para o outro. O filme mostra os possíveis resultados do orgulho e obstinação nos desentendimentos e competições da vida.

A Ilha

Clique no cartaz para assistir ao curta.

Uma animação bem humorada, divertida e crítica,

Temas:educação no trânsito;questão ambiental,modo de vida que estamos inseridos perpassam a leitura do filme. A maioria tem pressa demais para não chegar a lugar algum. Muitos acabam ficando ilhados, sem se comunicar com quem está em volta. Seá que estamos nos tornando ilhas? O que fazer para não nos sentirmos como náufragos numa ilha deserta? Vamos refletir.

Maiores informações sobre o filme no link:

http://ailhaofilme.blogspot.com.br/

O conto da ilha desconhecida

Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco. A casa do rei tinha muitas mais portas, mas aquela era a das petições. Como o rei passava todo o tempo sentado à porta dos obséquios (entenda-se, os obséquios que lhe faziam a ele), de cada vez que ouvia alguém a chamar à porta das petições fingia-se desentendido, e só quando o ressoar contínuo da aldraba de bronze se tornava, mais do que notório, escandaloso, tirando o sossego à vizinhança (as pessoas começavam a murmurar, Que rei temos nós, que não atende), é que dava ordem ao primeiro-secretário para ir saber o que queria o impetrante, que não havia maneira de se calar. Então, o primeiro-secretário chamava o segundo-secretário, este chamava o terceiro, que mandava o primeiro-ajudante, que por sua vez mandava o segundo, e assim por aí fora até chegar à mulher da limpeza, a qual, não tendo ninguém em quem mandar, entreabria a porta das petições e perguntava pela frincha, Que é que tu queres. O suplicante dizia ao que vinha, isto é, pedia o que tinha a pedir, depois instalava-se a um canto da porta, à espera de que o requerimento fizesse, de um em um, o caminho ao contrário, até chegar ao rei. Ocupado como sempre estava com os obséquios, o rei demorava a resposta, e já não era pequeno sinal de atenção ao bem-estar e felicidade do seu povo quando resolvia pedir um parecer fundamentado por escrito ao primeiro-secretário, o qual, escusado se ria dizer, passava a encomenda ao segundo-secretário, este ao terceiro, sucessivamente, até chegar outra vez à mulher da limpeza, que despachava sim ou não conforme estivesse de maré. (CONTINUE LENDO)

Fita verde no cabelo

Programa do Jô. Entrevista com Marisa Lajolo

Jô Soares entrevista Marisa Lajolo

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